Segunda-feira 24/09/2018

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Escapulário do Carmo

Escapulario do Carmo.jpg“Quem morrer com ele não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos, e prenda de paz e de aliança eternas.” 

Esta é uma das promessas feitas por Nossa Senhora a quem usar o Escapulário do Carmo.

No dia 16 de julho de 1251, a Virgem Maria apareceu ao Superior da Ordem dos Carmelitas, São Simão Stock, e entregou a ele o Escapulário:

“Recebe, meu filho, este Escapulário da tua Ordem, como sinal distintivo da minha confraria e selo do privilégio que obtive para ti e para todos os Carmelitas. Quem morrer com ele não padecerá o fogo eterno. Este é um sinal de salvação, uma salvaguarda nos perigos, e prenda de paz e de aliança eternas.”

Mas esta não é a única promessa feita por Nossa Senhora a quem usar o Escapulário. Setenta anos depois de entregá-lo a São Simão Stock, Nossa Senhora apareceu ao Papa João XXII e concedeu o que ficou conhecido como privilégio sabatino.

A Mãe de Deus prometeu livrar dos sofrimentos do purgatório, no primeiro sábado após a morte, todos aqueles que usarem devotamente o Escapulário.

Segundo o Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia, editado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, da Santa Sé, “o Escapulário do Carmo é uma forma reduzida do hábito religioso da Ordem dos Irmãos da Bem-aventurada Virgem do Monte Carmelo. Atualmente ele se converteu em uma devoção muito difundida, indo além da vinculação à vida e espiritualidade da família carmelitana, mantendo, porém, uma espécie de sintonia com a mesma.”

E o Diretório completa: “O Escapulário é um sinal exterior de uma relação especial, filial e confiante entre a Virgem, Rainha e Mãe do Carmelo e os devotos que se entregam a Ela com total confiança em sua maternal intercessão.”

Ainda segundo o Diretório, o Escapulário deve ser imposto ao fiel por um sacerdote, segundo um rito particular da Igreja, no qual se “recorda a promessa do batismo de se revestir do Cristo, com a ajuda da Virgem Maria, (...) para que possamos chegar à pátria celeste”.

Depois de termos recebido o Escapulário, podemos substituí-lo por outro mais novo, quantas vezes forem necessárias ao longo da vida, sem a necessidade de uma nova imposição por um padre.

O Escapulário é formado por dois tecidos de lã de cor marrom, unidos por cordões, e deve ser levado ao pescoço. Ele pode ser lavado e até revestido de plástico, para melhor conservação.

No ano de 1910, o Papa São Pio X autorizou substituir os tecidos de lã por uma medalha que tenha de um lado a imagem de Nossa Senhora, sob qualquer invocação, e, do outro lado, o Sagrado Coração de Jesus. A medalha precisa ser benta por um sacerdote com o simples sinal da cruz, na intenção de substituir o Escapulário.

Em 1964 o Papa Paulo VI permitiu que todos os padres pudessem impor o Escapulário, pois até aquele momento isto era um privilégio dos Padres Carmelitas.

Uma coisa muito importante: é preciso levar em consideração que o Escapulário não dispensa as pessoas de frequentar os sacramentos, que são os meios de santificação indicados pela Igreja Católica.

Portanto, o Escapulário não deve ser usado com superstição, pois ele NÃO é um objeto mágico, um amuleto e muito menos um “passaporte” que conduz automaticamente ao Céu quem o usar.

Como já dissemos, o Escapulário é “um sinal exterior de uma relação especial, filial e confiante” entre Nossa Senhora e seus devotos, que nos ajuda a frequentar os sacramentos e seguir todas as exigências da vida cristã.

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